.Estas entidades querem que os membros da Cicaa suspendam a pesca industrial do atum de barbatana azul do Atlântico oriental – manjar favorito no mundo –, até que sejam implementadas medidas sustentáveis e a espécie dê sinais de recuperação.
Ou, no mínimo, que as cotas de pesca anuais passem das atuais 13.500 toneladas para seis mil toneladas.
“ A nossa posição está ancorada na ciência”, disse Gemma Parkes, porta-voz do capítulo mediterrâneo do WWF. “Não estamos contra a pesca sustentável.
Os próprios cientistas da Cicaa dizem que a redução ainda permite uma forte possibilidade de as espécies se recuperarem”, acrescentou. 80%, segundo os cientistas. Esta redução é atribuída à superexploração, que procura atender o voraz apetite pelo pescado de algumas Nações industrializadas, particularmente para ser usado na preparação de sushi.
Aproximadamente 80% dessa espécie capturada no Mediterrâneo é exportada para o Japão. Este país, junto com Estados Unidos e União Europeia (UE), representam 70% do mercado desta variedade marinha
Sem comentários:
Enviar um comentário