quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Segredos do mar

No verão, as pessoas sentem-se atraídas pelo mar.
As multidões dirigem-se às praias, procurando um contacto com as orlas marítimas que nos dão prazer e descanso.   
Porém a pegada humana deixa a sua marca fatal nas praias; milhões de sacos de plástico e outros detritos.
Um saco de plástico, pode navegar dezenas de anos sem se desintegrar.
As tartarugas marinhas, confundem-nos com medusas e comem-nos, julgando que é alimento. Acabando por se afogarem, quando os engolem.
Milhares de golfinhos caem também na confusão e morrem afogados. Eles não podem reconhecer os desperdícios humanos e confundem-se, “o que flutua no mar come-se”.
A tampa de plástico de uma garrafa, pode permanecer inalterada, navegando pelos mares, mais de um século.
O Dr.James Ludwing quando se encontrava a estudar o albatroz na ilha de Midwai, no Pacífico, muito longe dos centros povoados. Fez uma importante descoberta, quando começou a examinar o conteúdo do bucho de oito filhotes de albatroz mortos, encontrou: 42 tampas plásticas, 18 isqueiros, restos flutuantes que na sua maioria eram pequenos pedaços de plásticos.
Estes filhotes de albatroz foram alimentados pelos seus pais, que não conseguiram distinguir o seu alimento.



“Não se pode defender o que não se ama e não se pode amar o que não se conhece” 

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