| Outubro de 2010 Por Fabiano Ávila, da Carbono Brasil |

Japão será sede de uma série de reuniões sobre ecossistemas e a primeira delas, aborda a Bio-segurança, e começa a traçar maneiras de punir os responsáveis por possíveis prejuízos causados pela utilização de organismos geneticamente modificados.
Terminada a ronda de negociações climáticas na China, sem grandes avanços infelizmente, é a vez da biodiversidade receber as atenções dos governos e entidades internacionais.
A partir desta semana, a cidade de Nagoya, no Japão, passa a sediar uma série de reuniões sobre o tema, que culminará com a Conferência das Partes (COP 10) da Convenção sobre Diversidade Biológica entre 18 e 29 de outubro.
O grande objetivo desses encontros será travar a actual taxa de perda de biodiversidade, assim como deixar claro os prejuízos que todos sofrerão se essa missão não for cumprida.
Tanto que uma das grandes atracções em Nagoya será a divulgação do relatório The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB) na sua versão integral, que mostrará que o impacto da perda de biodiversidade anualmente é da ordem de US$ 2 trilhões a até US$ 4,5 trilhões.
Estudos recentes mostram que a taxa de desaparecimento de espécies está a aumentar e a União Internacional para a Conservação da Natureza já afirmou que estamos a presenciar a maior extinção em massa desde o desaparecimento dos dinossauros há 65milhões de anos.
Terminada a ronda de negociações climáticas na China, sem grandes avanços infelizmente, é a vez da biodiversidade receber as atenções dos governos e entidades internacionais.
A partir desta semana, a cidade de Nagoya, no Japão, passa a sediar uma série de reuniões sobre o tema, que culminará com a Conferência das Partes (COP 10) da Convenção sobre Diversidade Biológica entre 18 e 29 de outubro.
O grande objetivo desses encontros será travar a actual taxa de perda de biodiversidade, assim como deixar claro os prejuízos que todos sofrerão se essa missão não for cumprida.
Tanto que uma das grandes atracções em Nagoya será a divulgação do relatório The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB) na sua versão integral, que mostrará que o impacto da perda de biodiversidade anualmente é da ordem de US$ 2 trilhões a até US$ 4,5 trilhões.
Estudos recentes mostram que a taxa de desaparecimento de espécies está a aumentar e a União Internacional para a Conservação da Natureza já afirmou que estamos a presenciar a maior extinção em massa desde o desaparecimento dos dinossauros há 65milhões de anos.
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