
Segundo um novo estudo publicado na revista Science, os métodos actuais da contabilização do carbono que pode ser absorvido pelos ecossistemas terrestres estão equivocados.
Ao não levar em conta a libertação de cerca de 2,05 biliões de toneladas métricas de carbono ao ano, proveniente da emissão natural do metano por rios, reservatórios, córregos e lagos, os métodos actuais estariam superestimando significativamente na quantidade de carbono absorvida pelos ecossistemas.
Considera-se que todos os ecossistemas terrestres absorvam cerca de 2,6 bilhões de toneladas métricas de carbono anualmente. De acordo com o autor do estudo, este é “grande erro de cálculo”.
Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil |
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